A procura por apoio domiciliário a idosos cresce neste fim de ano – Preço cobrado por cuidadores e acompanhantes pode aumentar em 15%

O apoio domiciliar surge como solução para idosos que dependem de cuidados especiais e rejeitam a institucionalização em casas de repouso. Na Yoopies, principal plataforma de cuidados domésticos da Europa, prestadores de serviços manifestam disponibilidade para trabalhar no Natal e na Passagem de Ano, sendo esta uma alternativa para os mais de 41 mil idosos que vivem sozinhos ou isolados em Portugal.

Para muitos, a época de Natal e Passagem de Ano é sinónimo de união, festa e partilha entre amigos e familiares. Mas, infelizmente, esta não é a realidade para mais de 41 mil idosos que vivem sozinhos ou isolados em todo o país, segundo dados divulgados pela Guarda Nacional Republicana, no âmbito da operação Censos Sénior 2019. Estatísticas do ano anterior revelam que cerca de 40% da população portuguesa com mais de 65 anos permanece sozinha durante 8 horas ou mais por dia. Isto quer dizer que quase um milhão de idosos está em situação de solidão ou isolamento, problema que afeta homens e mulheres, principalmente, com baixo nível de escolaridade e idade avançada. 

Os números são alarmantes visto que solidão e isolamento social dos mais velhos pode repercutir em problemas de sofrimento, desânimo, desinteresse pela vida e casos fatais de depressão. O problema torna-se ainda mais grave nesta época do ano, próximo ao Natal e Passagem de Ano. Infelizmente, pessoas mais vulneráveis, seja no aspeto físico, psicológico ou de interação social, são literalmente largadas à porta dos hospitais e acabam internadas sem uma razão clínica. Há casos, inclusive, de idosos que são deixados à porta de hospitais com moradas e números de telefone incorretos. 

Falta de proteção aos idosos: apoio domiciliário surge como alternativa 

Muito ainda precisa ser feito para melhorar este problema, visto que Portugal foi classificado pela Organização Mundial da Saúde como um dos piores países da Europa em relação ao tratamento dos mais velhos. Portugal continua na lista dos países europeus que mais abandona idosos e o quinto, em um grupo de 53 países, que pior trata os mais velhos, segundo estudos realizados pela Organização Internacional do Trabalho e pela Organização Mundial de Saúde, respetivamente. 

A falta de proteção também é evidente na baixa percentagem do PIB (Produto Interno Bruto) investido nos cuidados dos idosos. Segundo o estudo “Proteção continuada a idosos: uma revisão de défice de cobertura em 46 países, realizado pela OIT, Portugal decida apenas 0.1 do PIB, o valor mais baixo dos países europeus. Nos últimos anos, os noruegueses, por exemplo, contribuíram com cerca de 8.000 dólares para encargos relacionados com a qualidade de vida dos idosos, enquanto em Portugal, país que já tem 20% da população idosa – o número deve atingir os 40% nos próximos 60 anos – e 157 idosos para 100 jovens, a contribuição é de cerca de 136 dólares. 

O mesmo estudo, que envolveu 80% da população com mais de 65 anos, aponta que mais da metade dos idosos do mundo não tem acesso a cuidados de longa duração, o que comprova ausência de cuidados duradouros na maioria dos sistemas de segurança social – só 5,6% da população mundial vive em países que oferecem uma cobertura universal de cuidados de longa duração. Em Portugal, 90,4% das pessoas com mais de 65 anos não tem acesso a serviços contínuos de qualidade. 

Diante disto, a institucionalização em lares de terceira idade acaba por ser um recurso cada vez mais utilizado pelas famílias portuguesas – 71 mil idosos já residem em lares de terceira idade, como prevê relatórios disponíveis no site da Carta Social. Mas esta não é a única solução, o apoio domiciliário surge como alternativa aos que se opõem aos lares de idosos ou agências de home care. Estatísticas da Associação de Apoio Domiciliário, de Lares e Casas de Repouso de Idosos em Portugal, indicam que a procura por prestadores de cuidados no domicílio vai subir 38,1% até 2025. 

A informação está de acordo com os dados registados pela Yoopies, principal plataforma de prestação de serviços domésticos, com mais de 3.000 cuidadores de idosos registados. No último mês, a Yoopies registou um crescimento de 10% no número de utilizadores que procuram prestadores de cuidados para datas festivas como Natal e Passagem de Ano. A procura revelou-se favorável e necessária, uma vez que as famílias estão dispostas a pagar um pouco mais pelos profissionais disponíveis nas datas comemorativas de fim de ano. O preço médio cobrado por hora para um acompanhante ou cuidador é de 10€/hora e estima-se que o valor possa sofrer um aumento de 15%.

Yoopies oferece mais de 25 critérios para encontrar o cuidador ideal 

No sentido de atender às necessidades cada vez mais diversas das famílias e das pessoas que necessitam de cuidados especiais, a Yoopies utiliza diversos critérios que detalham ainda mais a procura por cuidadores, agilizam entrevistas com possíveis candidatos e, consequentemente, a escolha pelo profissional ideal. A ajuda disponibilizada pela Yoopies atende necessidades diárias como acompanhamento em atividades externas e tarefas domésticas até profissionais mais especializados que podem oferecer não só cuidados do dia a dia, mas auxílio administrativo a pessoas com idade avançada e/ou doenças mentais.

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Contacto: Marina Chiarelli
marina@yoopies.com
+351 308 812 547 

Sobre a Yoopies: Criada em 2012 por Benjamin Suchar e Jessica Cymerman, a Yoopies rapidamente tornou-se a principal plataforma de acolhimento infantil da Europa. Sediada em Paris e presente em 16 países, a start-up expandiu suas atividades de modo a incluir  serviços de limpeza, apoio domiciliar a idosos e pessoas dependentes, pet sitting e apoio escolar. Com base na recomendação social de mais de 3 milhões de membros, a Yoopies permite que os seus usuários escolham o seu funcionário com total confiança. A Yoopies também disponibiliza uma oferta corporativa, a YoopiesAtWork, que permite às empresas oferecer uma ajuda concreta diante dos desafios domésticos enfrentados diariamente e assim, melhorar o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal dos seus colaboradores.