Regresso às Aulas: o que esperar do ano letivo 2020/2021?

O regresso às salas de aulas está a chegar!

A Yoopies deseja ajudá-los durante o período stressante de regresso às escolas, especialmente num retorno tão atípico, marcado pelo ensino à distância e por rotinas alteradas. Então, o que sabemos sobre o ano letivo 2020/2021 e o que nos espera? Selecionamos a seguir as principais informações já divulgadas pelo Ministério da Educação.

Ano letivo 2020/2021: o que nos espera?

1. As crianças vão voltar à escola – com medidas de segurança!

O regresso à escola está previsto para 14-17 de Setembro de 2020, consoante decisão de cada escola, para todos os níveis de ensino: pré-escolar, ensino básico e ensino secundário e com actividades letivas, não letivas e formativas presenciais para todas as crianças e alunos. Está previsto retomar o sistema de aulas presenciais com medidas de segurança suplementares, o que depende, evidentemente, da evolução da situação pandemia. Já o fim do ano letivo acontece entre os dias 9 e 30 de junho de 2021, dependendo do ano escolar. Importante lembrar que durante as primeiras cinco semanas, os alunos estarão a recuperar os conteúdos não lecionados no final do ano letivo passado, devido à alteração de rotinas provocada pela pandemia.

2. As escolas serão limpas antes da abertura e as salas também serão higienizadas após a sua utilização

Cada AE/ENA deve estabelecer um plano de higienização com base no documento “Limpeza e desinfeção de superfícies em ambiente escolar no contexto da pandemia COVID-19“, divulgado pela Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares. As medidas de limpeza são divulgadas para que todos os profissionais (que também terão formação específica) as possam seguir. Além disso, haverá uma limpeza geral das escolas antes da abertura oficial e todos os espaços e superfícies serão limpos após a utilização de cada grupo de alunos.

3. Obrigatório o uso de máscara (a partir do 2º ciclo), gel antisséptico e distanciamento social

Ao regressarem à escola, professores e alunos terão de usar uma máscara protectora e respeitar a distância social obrigatória de pelo menos 1 metro nas salas de aula e outros espaços escolares. Para garantir a distância, as escolas deverão alterar a disposição das carteiras e fornecer desinfectante na entrada de cada recinto.

4. Alunos e professores serão divididos em grupos e terão salas fixas

A divisão em grupos serve para assegurar um risco mínimo de contágio. O objectivo é assegurar que professores e alunos de cada grupo não tenham qualquer contacto com os indivíduos dos outros grupos. Assim, se houver uma infecção de Covid-19 em algum dos grupos, todo o grupo terá de realizar a quarentena preventiva. Assim, cada grupo frequentará sempre a mesma sala de aula e os estudantes devem ter lugares fixos. As horas de almoço também devem ser intercaladas e os refeitórios terão medidas de funcionamento específicas.

5. Haverá percursos específicos para deslocação nas escolas

O Ministério de Educação aconselha as escolas a definir circuitos de circulação interna. Ou seja, caminhos específicos para a circulação em cada direção.

6. Haverá um plano de contingência para situações de casos suspeitos

Se surgir um caso suspeito de infecção por Covid-19, a criança ou adulto será encaminhado para a área de isolamento por um circuito específico. E, claro, a criança estará sempre acompanhada. A escola contactará então o SNS24, alertará as Autoridades de Saúde Locais e contactar o encarregado de educação. A escola terá então de desinfectar os espaços e superfícies utilizadas pela pessoa suspeita de infecção, e os seus pertences serão tratados de forma adequada e segura.

7. O Governo está preparado para 3 possíveis cenários

O Ministério da Educação já divulgou que está preparado para agir de acordo com 3 possíveis cenários, dependendo da evolução da pandemia.Isto significa que tudo estará preparado para que o ensino decorra presencialmente – com gestão flexível de horários e espaços e medidas de segurança -, em regime misto – com viagens às escolas, sessões on-line e trabalho autónomo orientado – ou em regime não presencial – a telescela com a qual já estamos familiarizados. Os dois últimos regimes visam a eventual necessidade de uma situação de contingência e isolamento.

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